ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - LIVRO SEGUNDO – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS – PARTE 39



CAPÍTULO II 
ENCARNAÇÃO DOS ESPÍRITOS
- III– MATERIALISMO –

(Questões: 147 e 148)

“Ouve a própria consciência, seja qual for a ideia religiosa a que te filias, e perceberás que nasceste para realizar o melhor”. (Emmanuel, Religião dos Espíritos, pg. 176, Edição FEB).


A queda sempre é humana. O estudo sério não leva o indivíduo ao materialismo. Se pensarmos na expressão de Jesus: “O homem é mais ingênuo que perverso”, certamente compreenderemos a constatação dos Espíritos Superiores sobre o fundo de sua afirmação na questão 148 de O Livro dos Espíritos: “O nada, aliás, os apavora mais do que eles se permitem aparentar, e os espíritos fortes são quase sempre mais fanfarrões do que valentes”.

O materialista, na verdade, possui um vazio que não consegue preencher. Indivíduos de ciência são levados ao materialismo em razão de seu orgulho, presunção e ausência de humildade, pois, creem saber tudo e não são capazes de perceber o óbvio: sua ciência não abarca tudo e a natureza, mais comum do que parece, lhes oculta verdades que não possuem capacidade intelectual e moral para saber.


Na maioria das situações, cientistas materialistas tiram falsas conclusões e consequências de seus estudos, abusando, inclusive, das melhores coisas que podem advir dos mesmos.

Sabemos que hoje, século XXI, existem curas para diversas doenças, remédios que seriam altamente seguros, tratamentos muito mais humanizados, dietas alimentares com qualidade para substituir uma variedade incomensurável de remédios, etc., mas o materialismo é guiado pela ganância e pela ambição. A ausência de amor ao próximo conecta-se à cegueira para as leis de causa e efeito, ação e reação, extraídas do “a cada um segundo suas obras”.

Contudo, o ser humano tem, instintivamente, a convicção de que tudo não se acaba para ele com a vida, apesar de se obstinar contra a ideia da vida futura. Chegado o momento do nivelamento universal, a morte, a alma questiona o que dela será...

Cabe-nos, ante o estado de coisas que observamos em nossos dias atuais, cuja oportunidade a alma, encarnada ou desencarnada, está tendo de mostrar qual é a sua essência, no mais sublime sentido de que “nada ficará oculto”, mantermos a certeza de que, como Espíritas, DEVEMOS REANIMAR NOSSAS ESPERANÇAS VACILANTES E NOS CONDUZIR AO CAMINHO DO BEM, EM RAZÃO DAS PERSPECTIVAS DE FUTURO.

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