O LIVRO DOS ESPÍRITOS – PARTE 46


MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO IV – PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS

V – SORTE DAS CRIANÇAS APÓS A MORTE

(Questões: 197 a 199-a)



Certamente, bastará lançar na “barra de pesquisas” e você encontrará comentários reprovando obras sérias. Em uma variedade o exame é realizado por pseudossábios (existem entre desencarnados, mas há uma infinidade encarnada entre nós). Infelizmente, afirma que o que dizem se apoia na Codificação.

Interessante ressaltar que, recentemente, observei um comentário desse nível onde o próprio Kardec é chamado de mentiroso e enganador (não foi dito com tais palavras, mas, para um bom entender...) e, pasmem, a refutação se deu através da comparação de mensagem aposta no Livro dos Médiuns e no Evangelho Segundo o Espiritismo.

Todavia, os analistas de plantão esqueceram de verificar nas outras obras da Codificação (aliás, a maioria diz que são cinco, e na verdade no máximo leem duas, quando isto ocorre. Estudo sério nem pensar.).

Várias mensagens receberam alterações, nome de espíritos autores modificados, resumos feitos, troca de texto da mensagem de lugar. TUDO, COMO É DE FÁCIL PERCEPÇÃO, FICOU PARA NOSSA ANÁLISE. Allan Kardec não escondeu nada. Não escondeu suas dúvidas, suas angústias. Aliás, o Codificador escreveu a seguinte frase em O Evangelho Segundo o Espiritismo:

"Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade."


Será possível que alguém que nos transmite um ensino dessa grandeza e magnitude, estava preocupado com os DETRATORES DO ESPIRITISMO. Certamente que não, por isto, TODO O MATERIAL QUE FOI UTILIZADO POR ALLAN KARDEC PARA A CODIFICAÇÃO ESTÁ DEVIDAMENTE PUBLICADO. Tudo tem um propósito.

Voltando ao estudo da semana, temas referentes a espíritos que animam corpos de crianças não ficaram impunes aos comentários dos pseudossábios. Vejamos os elementos trazidos para estudo, eis que assunto tão espinhoso não pode ser declarado como encerrado.

Sem muito esforço encontramos afirmações sobre a inexistência de “crianças” no mundo espiritual. Se a questão 199-a for lida sem a devida atenção e a seriedade necessária é possível pensar que a criança que morre em tenra idade nem fica errante no plano espiritual, uma vez que os Espíritos afirmaram que recomeçam uma nova existência.

Todavia, as questões 197 a 199-a tratam da sorte das crianças após a morte. O assunto abordado pelos Espíritos Superiores, pensamos, é quanto as penas eternas e as delícias do paraíso. Céu ou inferno para crianças mortas em tenra idade, bem como da Justiça Divina e a Bondade Suprema do Criador. 

Buscando demonstrar que ainda estamos longe de conhecer todas as leis que regem o mundo espiritual, com o apoio das revistas espíritas vamos encontrar a seguinte dissertação:

“Todos nós, sem exceção, mais cedo ou mais tarde atingiremos o termo fatal da vida; nenhuma força nos poderá subtrair a essa necessidade, eis o que é positivo. As preocupações do mundo muitas vezes nos desviam o pensamento daquilo que se passa além-túmulo; quando, porém, chega o momento supremo, poucos são os que não se perguntam em que se transformarão, pois a ideia de deixar a existência sem possibilidade de retorno tem algo que corta o coração”. (Allan Kardec, RE Abr/1859).

É sobre a sorte, isto é, o que ocorrerá após a morte do indivíduo que o Codificador faz referência na Revista Espírita. Dentre várias dúvidas, será recorrente pensarmos na forma (imagem, característica, aparência, etc.) que o Espírito se apresentará após a morte, e, neste sentido é oportuno conhecer o comentário a seguir:

“Para compreender o fato, não se deve perder de vista o que a esse respeito já dissemos sobre a forma aparente dos Espíritos. Essa forma depende do perispírito, cuja natureza, essencialmente flexível, presta-se a todas as modificações que lhe queira dar o Espírito”. (Allan Kardec, RE Jan/1859). Veja a resposta à questão 150-a de O Livro dos Espíritos, que vamos trabalhar ao final.

Abaixo apresentamos nossas dúvidas em forma de perguntas e buscamos solvê-las por meio dos textos extraídos das Revistas Espíritas consultadas.

1. O que de fato ocorre quando o indivíduo morre?

“Deixando o envoltório material, o Espírito leva consigo o seu invólucro etéreo, que constitui outra espécie de corpo. Em seu estado normal, esse corpo tem a forma humana, mas não calcada traço a traço sobre o que deixou, especialmente quando o abandonou há algum tempo. Nos primeiros instantes que se seguem à morte, e enquanto ainda existe um laço entre as duas existências, maior é a semelhança.” (Allan Kardec, RE Jan/1859).

2. Por que alguns Espíritos não modificam desde já sua aparência (logo que morrem), mas, a mantém como era em vida?

“(...) Despojado do corpo terreno, o Espírito conserva toda a sua vontade e uma liberdade de pensar bem maior que quando vivo; tem susceptibilidades que dificilmente compreendemos; aquilo que muitas vezes nos parece simples e natural o magoa e lhe desagrada; uma pergunta imprópria o choca e o fere”; (Allan Kardec, RE Jan/1859).

3. Se sua vontade e liberdade de pensar aumentam, como entender que ainda conserva traços da expressão corporal que tinha enquanto vivo?

“Extinguindo-se as forças vitais, o Espírito se desprende do corpo no momento em que cessa a vida orgânica; mas a separação não é brusca ou instantânea [e] nem sempre é completa no instante da morte. Já sabemos que entre o Espírito e o corpo há um laço semimaterial que constitui um primeiro envoltório: é esse laço que não se quebra subitamente e, enquanto perdura, fica o Espírito num estado de perturbação comparável ao que acompanha o despertar. Muitas vezes duvida de sua morte; sente que existe, vê-se e não compreende que possa viver sem o corpo, do qual se percebe separado; os laços que ainda o prendem à matéria o tornam acessível a certas sensações, que toma como sensações físicas. Não é senão quando se acha completamente livre que o Espírito se reconhece: até então não percebe a sua situação” (Allan Kardec, RE Abr/1859).

4. Então esse corpo fluídico é como o corpo de carne, apenas sendo mais sutil?

O envoltório semimaterial do Espírito constitui uma espécie de corpo de forma definida, limitada e análoga à nossa. Mas esse corpo não tem os nossos órgãos e não pode sentir todas as nossas impressões. Entretanto, percebe tudo quanto percebemos: a luz, os sons, os odores, etc. Por nada terem de material, nem por isso essas sensações deixam de ser menos reais; têm, até, algo de mais claro, de mais preciso, de mais sutil, porque lhe chegam sem intermediário, sem passar pela fieira dos órgãos que as enfraquecem. A faculdade de perceber é inerente ao Espírito: é um atributo de todo o seu ser; as sensações lhe chegam de todas as partes, e não por canais circunscritos.” (Allan Kardec, RE Abr/1859). 

5. Então o aumento da vontade e da liberdade, bem como, a clareza e a precisão que chegam aos sentidos faz com que o Espírito se perturbe?

“É essa nova maneira de sentir que o Espírito não compreende no início, da qual só aos poucos se dá conta. Aqueles cuja inteligência é ainda muito atrasada não a compreendem de forma alguma e sentiriam muita dificuldade em descrevê-la: absolutamente como entre nós os ignorantes veem e se movem, sem saber como e por que”. (Allan Kardec, RE Abr/1859). 

6. Como explicar essa perturbação?

“[...] quanto mais felizes são os Espíritos elevados, tanto maior sofrimento experimentam os inferiores. Entretanto, esses sofrimentos se expressam como angústias que, embora nada tenham de físico, nem por isso são menos pungentes; eles têm todas as paixões e todos os desejos que tinham em vida – falamos dos Espíritos inferiores – e seu castigo é não os poder satisfazer”. (Allan Kardec, RE Abr/1859). 

7. Como se dá essa perturbação na mente do Espírito desencarnado?

“Nesse estado, suas ideias são sempre vagas e confusas; de alguma sorte a vida corporal se confunde com a vida espírita e ele ainda não as pode separar em seu pensamento. [...] Apenas quando ele se encontra completamente desmaterializado é que o passado se desdobra à sua frente, como algo impreciso, saindo de um nevoeiro. [...] Mas a esta causa deve juntar-se outra, não menos preponderante [...] o estado do Espírito, como Espírito, varia extraordinariamente na razão do grau de sua elevação e pureza [...] quanto menos esclarecido, tanto mais limitado é o seu horizonte”. (Allan Kardec, RE Abr/1859).

Podemos afirmar que a Doutrina Espírita ensina evitar o espírito de sistema. O Livro dos Espíritos mostra diversas situações em que os Espíritos Superiores nos declararam sua impossibilidade de tudo nos dizer, pois, nem tudo nos pode ser esclarecido. Assim, quanto aos espíritos recém-desencarnados, o caráter e a elevação moral parece ser o fundamental. Vejamos o ensino abaixo extraído da revista espírita:

“Então alguns Espíritos retornariam crianças? Não; o Espírito realmente adulto não volta atrás, como o rio não remonta à sua fonte. Mas a idade do corpo não é absolutamente um índice da idade do Espírito. Como é necessário que todos os Espíritos que se encarnam passem pela infância corporal, resulta que em corpos de crianças se encontram, forçosamente, Espíritos adiantados. Ora, se esses Espíritos morrem prematuramente, revelam sua superioridade desde que se despojaram de seu envoltório”. (Allan Kardec, RE Mar/1868).

Aquele estudante espírita desavisado, louco para vencer a disputa do “ponto de vista”, logo diria: aí está a prova de que o Espírito não se apresenta “do outro lado” como criança. Ledo engano! Com bastante atenção, prosseguimos na leitura (é importante estudar até o final da lição) :

“Pela mesma razão, um Espírito jovem, espiritualmente falando, NÃO PODENDO CHEGAR À MATURIDADE NO CURSO DE UMA EXISTÊNCIA, que é menos que uma hora em relação à vida do Espírito, um corpo adulto pode encerrar um Espírito criança, pelo caráter e pelo desenvolvimento moral”. (Allan Kardec, RE Mar/1868) – grifos nosso. (Nota: O Codificador falou em "Espíritos Crianças" quanto ao caráter e desenvolvimento moral, em razão de sermos todos criados simples e ignorantes. Faz todo sentido).

Assim sendo, qual será a aparência daquele Espírito que não possui, ainda, pelo caráter, um desenvolvimento moral e DESENCARNA ENQUANTO AINDA CRIANÇA? Mas, o astuto respondedor, certamente está dizendo: a afirmação anterior não diz que o Espírito que morre criança prossegue criança. (Também nós NÃO afirmamos isso. Estamos tratando de aparência e do patrimônio - a verdadeira propriedade - que o Espírito leva consigo ao desencarnar).

Desta maneira, é muito oportuno voltarmos à questão 150, 150-a e 150-b de O Livro dos Espíritos. Nelas o Codificador questiona acerca da individualidade da alma, ausência de corpo material e o que a alma "leva" deste mundo.

Importante notar as respostas dos Espíritos Codificadores, pois, para a ausência de corpo material o espírito manterá um corpo fluídico que representará SUA ÚLTIMA APARÊNCIA, ou melhor a APARÊNCIA QUE TINHA EM SUA ÚLTIMA ENCARNAÇÃO. Portanto, sendo o Espírito um indivíduo, leva consigo lembranças doces ou amargas, segundo o emprego que tenha dado à vida. Para ter uma compreensão correta precisa ter consciência do que é fútil e foi deixado na Terra.

Temos, portanto, as respostas às indagações. Lembremos o questionamento principal: Tem Espírito de criança no mundo espiritual? RESPOSTA AFIRMATIVA! Tem Espírito de criança no mundo espiritual. Não estamos afirmando que há "espíritos crianças". Veja a respostas dos Espíritos Superiores e acompanhe a análise.

Qual é a aparência que uma criança tem, corporalmente falando, quando morre nessa fase? Quais são as lembranças que ela tem? Que julgamento pode fazer acerca das coisas fúteis deixadas na Terra? A primeira questão podemos responder: aparência de criança, mas, as demais depende do patrimônio moral, do grau evolutivo do espírito. Portanto, lembremos, também, as questões já estudadas 163 e 164 que nos esclarecem:


"deixando o corpo a alma NÃO tem consciência imediata de si mesma, pois, ela fica perturbada por algum tempo e, essa perturbação não ocorre para os Espíritos no mesmo grau e pelo mesmo tempo, já que DEPENDE DA ELEVAÇÃO DE CADA UM. Aquele que já está depurado SE RECONHECE QUASE IMEDIATAMENTE, PORQUE SE DESPRENDEU DA MATÉRIA DURANTE A VIDA CORPÓREA, enquanto O HOMEM CARNAL, CUJA CONSCIÊNCIA NÃO É PURA, CONSERVA POR MUITO TEMPO MAIS A IMPRESSÃO DA MATÉRIA".
 
O Espírito Pascal, em Genebra, 1860, ensina que o indivíduo possui apenas o que se destina ao uso da alma: a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais. Eis o que ele traz e leva consigo. Lacordaire, comunicando em Constantina, 1863, afirmou: vosso apego aos bens terrenos é um dos mais fortes entraves ao vosso adiantamento moral e espiritual. (Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XVI, itens 9 e 14).

Não pode ser mais clara a informação. Basta ter olhos de ver ou, mais, querer ver!

Esperamos que a análise acima possa suprir deficiências em outros discursos. Contudo, para aqueles que carecem de PROVAS EXTRAÍDAS NA CODIFICAÇÃO, vejamos uma evocação na Sociedade Espírita de Paris onde o Espírito, mesmo invisível para os presentes, à exceção do médium clarividente Sr. Adrien, se apresenta com um corpo fluídico de um menino de 12 anos, conforme segue:

“O Sr. Adrien o viu sob o aspecto de um menino de dez a doze anos: bela cabeça, cabelos negros e ondulados, olhos negros e vivos, tez pálida, boca zombeteira, caráter leviano, mas bondoso. O Espírito disse não saber muito bem por que o evocavam. Nosso correspondente, que estava presente à reunião, disse que eram exatamente esses os traços pelos quais a mocinha em várias circunstâncias o descreveu”. (Allan Kardec, RE Jan/1859).

Vejam que a descrição do médium é a de um corpo humano (olhos, boca, cabeça, cabelos, cor, etc.). E, prosseguindo, ao Espírito foram efetuadas as perguntas que seguem. Pedimos que o nosso leitor tire as suas próprias conclusões quanto ao Espírito cuja aparência é de criança (que parece estar “crescendo” no mundo espiritual):

“1. Ouvimos contar a história de tuas manifestações numa família de Bayonne e desejaríamos fazer-te algumas perguntas. Resp. – Fazei-as e eu responderei. Mas fazei logo, pois estou com pressa e quero ir embora. 2. Onde apanhaste o dinheiro que davas à menina? Resp. Tirei da bolsa dos outros. Bem compreendeis que eu não iria me divertir a cunhar moedas. Tomo daqueles que podem dar. 3. Por que te ligaste àquela garota? Resp. – Grande simpatia. 4. É verdade que foste seu irmão, que morreu com quatro anos de idade? Resp. – Sim. 5. Por que eras visível a ela e não à sua mãe? Resp. – Minha mãe deve estar privada de ver-me, mas minha irmã não tinha necessidade de castigo. Aliás, foi com permissão especial que lhe apareci. 6. Poderias explicar como te tornas visível ou invisível à vontade? Resp. Não sou bastante elevado e estou muito preocupado com o que me atrai para responder a essa pergunta”. (Allan Kardec, RE Jan/1859).

Percebemos na entrevista efetuada pelo Codificador que o Espírito morreu aos 4 anos de idade e agora "aparentava" ter entre 10 e 12 anos (tanto na visão do médium como da irmã da criança morta). Para aqueles que buscam o estudo sério, remetemos à coleção de livros que tratam da “vida no mundo espiritual” [1], principalmente naquele que nos esclarece sobre a “evolução em dois mundos”, além dos que tratam das crianças desencarnadas em tenra idade por diversos motivos (assassinatos, abortos, acidentes, etc.).

Não somos donos da verdade, mas, as informações acima devem ser estudadas pelos que consideravam se tratar de questão já "fechada". Temos que o Espírito que morre volta a ser Espírito (ou seja, retorna ao mundo dos Espíritos), porém, conserva a aparência de criança quando tenha desencarnado em tenra idade e, desde que ainda esteja vinculado à vida material MENTALMENTE falando.

Pensamos que em face da riqueza de informações, bem como de sua TOTAL consonância com a Codificação, as obras trazidas do mundo espiritual pela psicografia bendita de Chico Xavier a DESENVOLVE [2].

Neste aspecto, vimos, também, que as Revistas Espíritas trazidas à colação corroboram o item V da Capítulo IV do Livro Segundo de O Livro dos Espíritos, vez que os Espíritos, tendo vivido muitas outras existências, encarnam-se e podem morrer quando ainda crianças, e, em razão de suas maiores experiências, serem mais adiantadas do que Espíritos que animam pessoas adultas (neste caso, conforme sua elevação moral, podem se reconhecer Espíritos mais imediatamente e sofrer a perturbação em menor escala).

Não há relação entre o adiantamento do espírito e a idade do corpo humano que a alma anima. Poderá se tratar tanto de um Espírito Superior como Mediano ou Inferior, conforme se nos apresenta a Escala Espírita (Q-100). O fato de morrer quando criança não habilita o Espírito ao “paraíso” nem a condena às penas do "inferno". Repito: tudo tem a ver com seu patrimônio moral, sua elevação moral.

São vários os motivos que podem justificar a interrupção de uma vida na infância, sendo comum tratar-se de complemento de outra existência interrompida antes do tempo devido (como ocorre com os espíritos de suicidas). Poderá, também, ser prova ou expiação para os pais, como no caso de pais que promoveram aborto numa existência e poderão experimentar a perda de um filho muito desejado noutra e em tenra idade (temas estes, constantes da codificação, que demonstram o liame psíquico dos Espíritos com a matéria).

Finalmente, referindo-nos à questão 199-a, os Espíritos Codificadores responderam que o Espírito de uma criança morta recomeça uma nova existência. Pensamos que os Espíritos foram objetivos na resposta dizendo: A MORTE ENCERRA UMA EXISTÊNCIA E A PRÓXIMA SE INICIA JÁ NO PLANO ESPIRITUAL (para se construir um prédio, primeiramente elabora-se um projeto!). Podemos constatar essa verdade desenvolvida na Obra de André Luiz: Evolução em Dois Mundos (FEB Editora).

Insistimos! a sorte das crianças após a morte considerada na codificação refere-se não ao corpo ou à aparência do Espírito, mas, sobre a JUSTIÇA DIVINA, onde se refutou penas eternas e paraíso de delícias. Um estudo da obra O Céu e o Inferno – a justiça divina segundo o espiritismo, de Allan Kardec, poderá auxiliar na compreensão do tema.

[1] LIVROS QUE COMPÕEM A COLEÇÃO VIDA NO MUNDO ESPIRITUAL:
 1. NOSSO LAR
2. OS MENSAGEIROS
3. MISSIONÁRIOS DA LUZ
4. OBREIROS DA VIDA ETERNA
5. NO MUNDO MAIOR
6. LIBERTAÇÃO
7. ENTRE A TERRA E O CÉU
8. NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE
9. AÇÃO E REAÇÃO
10. EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS
11. MECANISMOS DA MEDIUNIDADE
12. SEXO E DESTINO
13. E A VIDA CONTINUA...


[2] XAVIER, Francisco Cândido. "Coleção Vida no Mundo Espiritual. 13 Livros ditados pelo Espírito André Luiz. Brasília-DF: Editora FEB, diversos anos.

Nenhum comentário:

EDITORIAL

POLÍTICA E ESPIRITISMO Beto Ramos [i] Tornou-se lugar comum ouvir, diante das mais diferentes pessoas, que “política e religião ...