ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – LIVRO SEGUNDO – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS – PARTE 63



CAPÍTULO VII – RETORNO À VIDA –

– CORPORAL – V – IDIOTISMO E LOUCURA –

 – (Questões: 371 a 378) –

Olá amigos e amigas, é sempre bom lembrar que as digressões que fazemos não têm o condão de apresentar verdades, uma vez que estamos em busca daquela que liberta sempre. Tenham sempre em mente que escrevemos apenas o fruto de algumas reflexões. E, estas, devem ser consideradas no nível da relatividade, pois, somos resultado da influência do meio, daquilo que lemos, de nossos conceitos e preconceitos. Portanto, o que nos parece, hoje, claro e cristalino, amanhã poderá estar demasiadamente turvo. Destarte, seguindo esse caminho que possibilita o diálogo fraterno, uma vez que com os “donos da verdade” não há meios de apresentarem-se opiniões divergentes, vamos, agora, enfrentar os temas a seguir onde o Mestre Rivail tratou em O Livro dos Espíritos usando termos que usualmente, no século XXI, não lançamos mão.

É que a oligofrenia designa os casos em que há déficit de inteligência. Todavia, a sociedade preconceituosa (estou falando de todos nós) contribuiu para tornar pejorativo aquilo que, inicialmente, era um avanço histórico. Quando os termos debilidade, imbecilidade e idiotia foram criados, substituíram a crença de que haviam indivíduos amaldiçoados ou possuídos pelo demônio. Ao longo do tempo, como afirmado, tornamos o avanço em meio de dificultar a inclusão social de pessoas que apresentavam tais patologias e, hoje, os organismos internacionais e as associações como APAE e UNICEF recomendam o uso de terminologias como: “pessoas portadoras de necessidades especiais”  ou “excepcionais”.

A psiquiatria utiliza o termo idiotia para designar os portadores do menor grau de desenvolvimento intelectual. Curioso é saber que a palavra idiota, do grego idiótes, designava somente o homem privado, cuja finalidade era diferenciá-lo do homem de estado naquela sociedade. Tratava-se da “pessoa leiga, sem habilidade profissional”, opondo-se àqueles que realizavam algum trabalho especializado. O idiota, originalmente, se dedicava a assuntos particulares e não se ocupava dos assuntos de ordem pública, como não exercia nenhum cargo público na sociedade grega primitiva.

Além dos significados acima, atualmente, e de forma pejorativa (depreciativa), o termo passou a caracterizar pessoas simples, ignorantes e sem educação convencional. 
A loucura, atualmente, relaciona-se com o desequilíbrio mental. Manifesta-se nos indivíduos que se caracterizam pela percepção distorcida da “realidade”, perda de autocontrole, alucinações, comportamentos considerados anormais e absurdos. Relaciona-se, também, com a demência, que consiste na ausência ou perda de funções cognitivas.

Como a intenção aqui é provocar o leitor, o desejável é buscar informações adequadas, balizadas, principalmente, advindas de especialistas, quando for estudar o tema especificamente.
Feitas estas considerações, lembramos que O Livro dos Espíritos foi redigido por Allan Kardec no século XIX, década de 50, e, portanto, o Codificador o escreveu como “um homem de seu tempo”. Não podemos, assim, ter preconceitos com os termos usados nestas questões, pois, por óbvio, não havia quaisquer intenções preconceituosas. RECORDE-SE: estamos no século XXI.

Começamos pelas afirmações dos Espíritos Superiores:

a) Os portadores dessas deficiências NÃO POSSUEM ALMAS DE NATUREZA INFERIOR, e que são, frequentemente, mais inteligentes do que se pensa usualmente;
b) Possuem insuficiência dos meios de que dispõem para se comunicar e sofrem. Esse mesmo sofrimento ocorre, por exemplo, com a pessoa acometida da mudez (que não é louco ou idiota, mas, não consegue falar para se comunicar);
c) Esses seres vivem em corpos que sofrem constrangimentos, sujeitos a impossibilidade de manifestar-se por meio de órgãos não desenvolvidos ou defeituosos. Em sua encarnação estão em expiação ou punição por faltas anteriores;

É importante o esclarecimento dos Espíritos Superiores, pois, admitindo-se que se trata de Espíritos inteligentes em corpos defeituosos, compreendemos que os órgãos do corpo físico exercem muita influência sobre a MANIFESTAÇÃO das faculdades do Espírito. Todavia, os órgãos físicos não são a sede de tais faculdades, isto é, NÃO AS PRODUZEM. Um bom exemplo dado pelos Espíritos Codificadores toma o corpo humano como um instrumento musical defeituoso usado por um excelente músico. O resultado não será uma boa música. Assim é o corpo humano defeituoso, com limitações, usado por Espíritos inteligentes.

O período que o Espírito passa preso ao corpo físico portador de deficiências é expiação pelo abuso que cometeu no uso de certas faculdades. Pela falta cometida estas faculdades ficam suspensas por certo tempo. Por exemplo, na encarnação passada o Espírito era um “gênio”, mas, desprovido de superioridade moral. Não estando a superioridade intelectual na razão daquela, os abusos cometidos ensejam ao Espírito o “cárcere” no corpo com entraves para manifestação do cérebro (assim como ocorre com as demais expiações que se apresentam fisicamente nos coxos, os cegos, os surdos, etc.).

Para a maioria dos Espíritos que se encontram nessas situações o conhecimento de suas limitações consistem na expiação. O órgão que preside os efeitos da inteligência e da vontade é parcialmente ou inteiramente atacado ou modificado. O Espírito tem a seu serviço somente órgãos incompletos ou alterados. A expiação consiste na perturbação que o espírito tem perfeita consciência por si mesmo ou no foro íntimo, mas QUE NÃO TEM QUALQUER CONTROLE, pois, está em curso o processo.

É certo que o CORPO ESTÁ DESORGANIZADO E NÃO O ESPÍRITO. O que é necessário esclarecer refere-se à influência que a matéria exerce sobre o Espírito. Desta forma, quando esse fica enclausurado durante muito tempo sendo impressionado pela alteração dos órgãos pelos quais se manifesta, o Espírito somente se livrará dessa influência APÓS A COMPLETA SEPARAÇÃO DE TODA IMPRESSÃO MATERIAL. Não é o desligamento do corpo e do espírito com a morte, mas, de elevação moral que afasta as impressões da matéria. Após a morte o Espírito ainda poderá ressentir-se dos efeitos dos constrangimentos por que passou, como alguém que acorda e leva algum tempo para libertar-se dos efeitos do sono em que mergulhara.

A loucura que leva ao suicídio é ocasionada pela busca do Espírito em se libertar. Vê-se, também, por esse ângulo, que não há o controle racional da vontade, pois, haverá expiação por essa falta também. Após a morte o Espírito levará um tempo para retomar a consciência. Quanto mais tempo passou como louco na matéria, mais longamente durará o constrangimento depois da morte.

Não deixe de estudar O Livro dos Espíritos.

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – LIVRO SEGUNDO – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS – PARTE 62


CAPÍTULO VII – RETORNO À VIDA CORPORAL

IV – INFLUÊNCIA DO ORGANISMO

 – (Questões: 367 a 370-a) –

Nas seis questões estudadas vamos obter alguns importantes esclarecimentos acerca do corpo humano do ponto de vista dos Espíritos Superiores. Todavia, apesar das respostas lógicas e passíveis de experimentação, muitos ousam DIVERGIR por divergir, isto é, são MATERIALISTAS que se dizem Espíritas.

Como sempre afirmamos: o verdadeiro espírita, o verdadeiro cristão e o verdadeiro ser humano de bem é aquele descrito no Evangelho Segundo o Espiritismo que conhece e pratica os princípios e postulados Espíritas.

Ninguém é espírita porque crê na vida após a morte (esse é espiritualista). Além da vida após a morte, a pluralidade das existências tem objetivo, propósito. Existem várias moradas (orbes, planetas) para que nessa jornada o Espírito possa se elevar. O Espírito não retrograda, progride sempre, é uma eterna evolução. Daí, dentro das leis Divinas, a Lei de Causa e Efeito, a Lei da Ação e Reação, mas, também, leis de Progresso, de Vida em Sociedade e, claro, a LEI DO AMOR.

Pensando nisto, não podemos nos esquecer de que o Espírito para evoluir nas suas variadas existências e nos vários mundos que habitará, usará, conforme as substâncias da atmosfera daquele planeta, um invólucro perispiritual e durante certo tempo, também, um invólucro material.

Segundo aprendemos no item estudado:

a) A matéria (o corpo) é como uma roupa que envolve o Espírito;

b) A encarnação é, basicamente, a UNIÃO DO ESPÍRITO COM O CORPO;

c) O corpo, como uma máquina, é ocupada por um Espírito que possui e conserva atributos (qualidades, características próprias, relacionados com aspectos positivos);

d) Em razão do processo evolutivo os Espíritos não são iguais. O exercício de suas faculdades (possibilidades naturais ou adquiridas de fazer algo) depende sempre do grau de perfeição dos órgãos que lhes serve de instrumento;

e) Os órgãos são instrumentos de manifestação das faculdades do Espírito;

f) As faculdades do Espírito é que impulsionam o desenvolvimento dos órgãos físicos;

g) Quanto mais evoluído o Espírito, mais perfeitas serão as suas ferramentas;

h) As faculdades morais e intelectuais são atributos do Espírito e não do corpo físico, isto é, o cérebro não é causa dessas faculdades, mas, efeito delas;

i) O Espírito tem faculdades próprias segundo o seu adiantamento, mas, há influência da matéria que poderá ser obstáculo ao exercício dessas faculdades.

Ao se encarnar os Espíritos já trazem predisposições. Mas, vige o livre-arbítrio o que lhe atrai responsabilidade pelos atos praticados. Não existem órgãos que tornam esse ou aquele em gênio ou um celerado.

Usando um exemplo dado pelo próprio Codificador vamos encontrar nos viciosos na bebida sinais característicos de tal vício, mas, o que o faz ser bêbado é o vício da embriaguez e não os tais sinais, pois, os órgãos recebem apenas a marca das faculdades ou dos vícios.

A perfeição ou imperfeição moral é do Espírito e não do corpo físico.

O PAÍS MAIS CATÓLICO DO MUNDO É, TAMBÉM, O MAIS ESPÍRITA?


Segundo o Anuário Pontifício do Vaticano do ano de 2017, onde aparecem as estatísticas mais recentes do catolicismo no mundo, o Brasil (dados de 2015), é o país que tem o maior número de católicos com 172,2 milhões, ocupando no "ranking" o primeiro lugar.

Conforme afirmou Wallace Rodrigues (coordenador editorial da Revista Internacional do Espiritismo e do Jornal O Clarim, autor e tradutor de diversas obras, pesquisador dos Evangelhos de Jesus) no ano de 1973: "[..] se o Brasil é o país mais espírita do mundo, o Estado de São Paulo é o Estado mais espírita do Brasil...".

Estas afirmativas sustentam-se até hoje? Houve alguma mudança?

A década de 70 do século passado prodigalizou o interesse de homens de ciências que vieram ao Brasil para estudar o fenômeno espírita, a ciência espírita e alguns espíritas em especial, dentre eles: José Arigó e Francisco C. Xavier. Uma infinidade de pesquisadores com interesses voltados para a Parapsicologia como ciência passaram por terras brasileiras, alguns, inclusive, transferindo residência.

É fato notório que durante certo tempo, ainda no século passado, grupos numerosos se reuniam em seminários, congressos e uma infinidade de encontros para, verdadeiramente e com boa vontade, estudar, pesquisar, analisar e dialogar SEM AGRESSÕES sobre temas que, até o advento da Codificação Espírita, eram impostos ao vulgo e somente discutidos interna corporis. Reuniões como estas somente se viam em Universidades, Centros Universitários e Faculdades.

Esse interesse ainda se mantém? É possível afirmar que existem discussões sobre temas variados na atualidade do movimento espírita brasileiro? Atualmente as discussões ocorrem de forma verdadeira, com boa vontade e com diálogos não agressivos?

Sabemos que o Espiritismo difere das demais religiões porque caminha com as ciências sem artigos de fé ou dogmas impostos sob qualquer ameaça de penas eternas.

O que é o Espiritismo?

Nas palavras de Wallace Rodrigues: "o Espiritismo é, essencialmente, algo para ser discutido e não para ser pregado" [1]Ou, numa palavra: FÉ RACIOCINADA. Pensamos que ao analisar os problemas do ser, do destino e da dor, antes de fazer prevalecer pontos de vista, o Espiritismo nos reclama extrair consequências morais para condução de nossas vidas e não das vidas alheias.

Um grande legado de Allan Kardec é o seu exemplo. No melhor entendimento de que a Revista Espírita era um átrio onde havia debate, mas, não disputas, o convencimento se fazia com opiniões discordantes, mas, serenas. As injunções e críticas não eram as usuais. Era importante pensar, raciocinar e refletir. Vencer o debate não era o objetivo. No melhor da aliança da ciência com a religião o Espiritismo disse, em suma: onde a ciência avançar e mostrar o erro do espiritismo, este voltará atrás sem qualquer problema para a unidade da doutrina.

No Brasil do século passado percebia-se que nos debates envolvendo o JOVEM ESPIRITISMO as pessoas haviam lido, haviam estudado. Como filosofia, ciência e religião, o Espiritismo instigava os adeptos e não adeptos a conhecerem-no, valendo-se de recursos que, ainda na afirmação de Wallace, repetindo Kardec: empurravam gentilmente a criatura a "enfrentar a razão face a face, em todos os tempos da Humanidade".

Estamos no século XXI ou revivendo o pior de séculos anteriores ao século XIX?

Remontando à Codificação Espírita, aprendemos que a flama do Espiritismo é: fora da caridade não há salvação. A caridade que pensamos para nossa reflexão é a caridade moral.

Estamos contemplando uma época singular:

a) Expositores acusados por isto e aquilo em razão do seu carisma em reunir público em torno de si;
b) Outros tantos acusados de se auto promoverem esquecendo a doutrina;
c) Já lemos e ouvimos que o Espírito Emmanuel seria, na opinião desses críticos, um pseudo-sábio;
d) Muitos criticando abertamente Francisco Cândido Xavier e sua obra;
e) Muitos até não aceitam que Francisco era apenas Chico, ou, como ele não se cansava de afirmar: um cisco;
f) Há uma infinidade de "patrulheiros" pensando que possuem direito a permitir o que esse ou aquele confrade PODE ou NÃO PODE dizer;
g) Eventos acontecendo para reunir prosélitos em torno de uma ideia que nada tem a ver com a Doutrina Espírita, formando grêmios distintos e fomentando a dissenção;
h) Se alguém pesquisa e traz o produto do trabalho para crítica é logo taxado de "vendedor de livro", ou, o que é pior, está querendo "destruir" o espiritismo.

Quem não deseja participar desse tipo de cruzada começa a dizer que é espírita não praticante (isto não existe, o espiritismo é eminentemente prático, pois, a caridade é o amor em ação).

Pequenos que somos, não por "querência", mas, por constatação, ousamos indagar:

1) O Espiritismo é ou não é uma ciência?
2) O Espiritismo é ou não é filosofia?
3) O Espiritismo é ou não é religião?

Não importa se as respostas vão considerar que se tratam de aspectos ou que envolvem questões transcendentais, etc.

Se estes três itens recebem respostas positivas, os debates precisam e devem ocorrer para nossa própria evolução. As revelações não acontecem todas de uma vez. A misericórdia divina nos possibilita o que o Evangelho de João tratou de "graça por graça" (Jo 1:16) e Pastorino nos esclareceu: 

"Deus não faz acepção de pessoas. Dá tudo a todos igualmente. Mas cada um recebe de acordo com sua capacidade receptiva, com sua evolução. [...] Sem dúvida, a cada passo que damos, aumentamos nossa capacidade evolutiva, ao que corresponde um acréscimo da manifestação divina em nós: a cada aumento do recipiente corresponde um pouco mais de conteúdo. Assim conosco: todos nós recebemos DE SUA PLENITUDE, mas GRAÇA POR GRAÇA" [2].

Se estivemos certos (e não pretendemos ser proprietários da verdade) o Espiritismo possui uma feição elevada e não é sem razão que o grande Leon Denis asseverou na introdução da obra No Invisível, que o espiritismo será o que dele fizerem os espíritas [3]. Ao contato da humanidade as mais altas verdades às vezes se desnaturam e obscurecem. Podem constituir-se fonte de abusos. A gota de chuva, conforme o lugar onde cai, continua sendo pérola ou se transforma em lodo.

Qual o propósito dos eventos que envolvem o Espiritismo na atualidade?

Sabemos que no concerto das eras cada geração tem o seu papel. As pessoas são atores utilizando o livre arbítrio relativo. É assim que em nosso século precisamos de grandes encontros, congressos, seminários e jornadas para aproveitar e não olvidar de toda possibilidade na procura de soluções para os problemas da dor, do destino e do ser, neste manancial que nos oferece o Espiritismo.

Com diversidade de ideias, com muitos debates, pesquisas e investigações, mas JUNTOS. Todos trabalhando para Jesus, oportunizando para que Ele opere em cada um de nós. Então, pensamos, estaremos a serviço da Doutrina Espírita.

Você, amigo (a) leitor (a), pode surpreender-se com tantas perguntas e a carência de respostas. O propósito não foi lançar anátema, mas, recordar:

"A cada um segundo SUAS obras, pois, a lei Divina está gravada na consciência e as revelações foram confiadas a certos indivíduos, cabendo-nos avaliar se são falsos ou verdadeiros profetas" [4].

LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE!

E, assim, surgiu a Codificação Espírita.

[1] XAVIER, Francisco Cândido. Segue-me!. Ditada pelo Espírito Emmanuel. Prefácio de Wallace L. V. Rodrigues. Casa Editora O Clarim.
[2] PASTORINO, Carlos Torres. Revista Sabedoria do Evangelho. 1º Volume. Rio de Janeiro, 1964.
[3] DENIS, Léon. No Invisível. FEB: Brasília.
[4] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. São Paulo: LAKE (Questões 621 a 633).

JESUS FALAVA DO AMOR A DEUS

“Para bem compreender certas passagens do Evangelho, é necessário conhecer o valor de muitas palavras que são frequentemente empregadas nos textos, e que caracterizam o estado dos costumes e da sociedade judia naquela época (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Notícias Históricas, item III, Introdução).

Desde cedo, conforme aprendemos nos Evangelhos da Boa Nova, Jesus demonstrava profundo conhecimento dos Profetas e da Lei. Nascido Judeu pertencia à cultura de sua época e dela fazia uso nas suas pregações, na convivência e na vivência do Evangelho.

O Codificador do Espiritismo possuía esse conhecimento e não “colocou a luz embaixo da cama”. Legou ao Espírita, já na Introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo uma lição fundamental para, afinal, a FÉ SER RACIOCINADA. Vejamos um exemplo:

Em Lucas 14:26, Jesus, tratando sobre o que custa ser discípulo, usa palavras aparentemente estranhas. Diz o Mestre:

"Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe [...], não pode ser meu discípulo".

Afirmaria, então, o Professor de Lyon: “Essas palavras, não tendo para nós o mesmo sentido, foram quase sempre mal interpretadas, gerando algumas incertezas. A compreensão da sua significação explica também o verdadeiro sentido de certas máximas, que á primeira vista parecem estranhas”. (ESSE, Introdução, item III, parte final).

Basta uma investigação sobre essas palavras ditas por Jesus e “biografadas” em Lucas 14:26 que o estudante encontrará 
diferentes interpretações. Algumas veem nelas a anulação do quarto mandamento constante do Deuteronômio 5:16 e do Livro de Êxodo 20:12 “Honra teu pai e tua mãe”.

Vamos seguir o conselho de Allan Kardec?

Pois bem. As palavras de Jesus podem ser compreendidas quando ouvidas em sintonia com Deuteronômio 33:8-10. Este capítulo trata das bênçãos de Moisés sobre os israelitas antes de morrer. Nos versículos mencionados a bênção é:

“Para Levi. Para teus leais, os tumim e urim. Tu os puseste à prova em Massa, os desafiaste em Meriba; disse a seus pais: “Não vos obedeço”; a seus irmãos: “Não vos reconheço”; a seus filhos: “Não vos conheço”. Cumpriram teus mandatos e guardaram tua aliança, ensinarão teus mandamentos a Jacó e tua lei a Israel”;

Segundo Luís Alonso Shökel (Bíblia do Peregrino, Paulus), Tumin e Urim são instrumentos das sortes oraculares. O Ofício de Levi é instruir na lei, mas, nem todas as tradições lhes reconhecem funções sacerdotais.

Portanto, os sacerdotes, a fim de cumprirem suas funções, em PRIMEIRO LUGAR COLOCAM A ALIANÇA COM DEUS, SENDO FIEIS À SUA LEI E AOS SEUS MANDAMENTOS ENSINANDO-OS AO POVO DE ISRAEL.

No cumprimento desse mister, quando há conflito entre QUEM AMAR, se aos pais, aos irmãos ou aos filhos ou A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, não há conflito. Cumprem os mandamentos e guardam a aliança, ensinando os mandamentos e a lei. Numa palavra: não há acordo e nem vista grossa para com os parentes e familiares. A LEI DE DEUS ESTÁ PARA SER CUMPRIDA.

Algumas traduções, quanto a Levi e o respeito de seu pai e sua mãe, trazem a seguinte afirmação: “Não tenho consideração por eles”. Quer dizer que Levi não reconheceu seus irmãos e não conhece os próprios filhos porque ele guardou a tua palavra e observou a tua aliança

Agora, conhecendo o texto do Antigo Testamento acima e fazendo comparação com o texto de Lucas 14:26 é fácil notar que Jesus não revoga o quarto mandamento e nem tampouco contradiz a Torá. Pelo contrário, Jesus conhecia as afirmações contraditórias da Torah que eram resolvidas quando considerado um mandamento em relação ao outro.

Como na linguagem jurídica, na atualidade do direito constitucional, quando os princípios constitucionais colidem, utiliza-se a razoabilidade e a ponderação para confrontá-los, sendo que uns sujeitam-se a outros.

Na linguagem simbólica Levi é o povo que tem amor pela palavra de Deus e que superam o amor familiar.

A lição de Jesus em Lucas 14:26 é sobre a existência de hierarquia entre os mandamentos, onde todos sujeitam-se ao Primeiro e Maior Mandamento: AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS. Esse, portanto, o custo do discipulado. Carece abnegação, renúncia e entrega total. Foi, portanto, este o ensinamento de Jesus quando pronunciou aquelas palavras: O discípulo observa a Lei, cumpre os Mandamentos e ensina por meio de exemplos; acima de tudo AMA A DEUS.

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – LIVRO SEGUNDO – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS - PARTE 61


– CAPÍTULO VII – RETORNO À VIDA CORPORAL 

– III – FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS –


 – (Questões: 361 a 366) –



Ensinando sempre que a Fé deve ser Raciocinada e não cega, os Espíritos afirmam que as qualidades do Espírito se revelam na personalidade humana.

Não existem Espíritos maus, há Espíritos IMPERFEITOS. Quer dizer: não existem demônios.

Estes seres imperfeitos apresentam-se com caráter estouvado, esperto ou malfazejo. 

Nenhuma “paixão” é estranha à natureza humana.

A moral e a inteligência do Espírito apresentam-se na personalidade humana.

A diferença entre evolução moral e inteligência não significa a existência de “dois Espíritos”.

O Espírito encarnado não avança simultaneamente em todos os sentidos e na mesma velocidade.

Num período avança em Ciência (conhecimento), em outro em moralidade.

O Espírito é dotado de personalidade e identidade única.

As diversas faculdades que possui são manifestações do acúmulo de experiências nas diferentes encarnações.

A diversidade de faculdades não torna o Espírito um ser múltiplo. Essa teoria tornaria o ser desprovido de responsabilidade.

Seria negar a Lei de Causa e Efeito, bem como a Lei de Ação e Reação.

A regra “a cada um segundo suas obras” é uma LEI DIVINA INDERROGÁVEL.

O CORPO DE CRISTO

REFERINDO-SE À FUNÇÃO DO CRISTÃO (TRABALHADOR DO CRISTO)
(há exemplos em outras Cartas de Paulo, como Efésios)

Romanos 12:4-5 (FUNÇÕES DIVERSAS NO TRABALHO PARA CRISTO).

“Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros”.

Coríntios 12:1-31 (DONS E HABILIDADES DAQUELES QUE VÃO EXECUTAR O TRABALHO SÃO DIFERENTES).

“Ora, há diversidade de dons, porém o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. [...] Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? [...] Ora, vós sois o corpo de Cristo, e membros em particular. [...] E a uns pôs Deus na igreja; primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro, mestres; depois, milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? São todos operadores de milagres? Têm todos o dom de curar? Falam todos diversas línguas? Interpretam todos?”

Qual a ideia e a mensagem nos textos acima?

João, o Evangelista, contou-nos que JESUS é a LUZ DO PRINCÍPIO, a LUZ QUE ESTAVA NO VERBO DE DEUS. Que essa LUZ É A VIDA DOS HOMENS. Que “veio” entre os seus e eles não o “receberam” ou não o “reconheceram”. O Evangelista nos indicará que Jesus é SUPREMA SABEDORIA E AMOR para os homens (Ben Adam), isto é, os terrenos (terrícolas, terráqueos), porque Adam (Adão) significa TERRA.

Paulo, o Apóstolo também ensinará sobre a superioridade de Jesus, afirmando que Ele estava presente desde a Criação do Planeta e foi Ele quem conduziu o trabalho de Criação do Orbe em Nome e por Determinação de Deus.

Há que se compreender que Jesus, por Misericórdia ENCARNA COMO SER HUMANO NA TERRA e é o PRÓPRIO EVANGELHO, pois sua vida é TESTEMUNHO. Jesus, ao mesmo tempo em que ensina em palavras, educa com ações. Vive o Evangelho de Deus.

O texto que se refere ao CORPO DE CRISTO, nas palavras do APÓSTOLO PAULO, traz um maravilhoso exemplo de como se compreender a atividade e função de cada Cristão. Para uns foram designadas certas tarefas e a outros foram designadas tarefas diferentes. Perceba que a expressão IGREJA quer dizer COMUNIDADE. Note que Paulo afirma que EM CRISTO FORMAMOS UM CORPO. Fora do Cristo, isto é, FORA DO SEU EVANGELHO, NÃO FORMAMOS UM CORPO. Em bom português, está CADA UM POR SI.

REFERINDO-SE AO CORPO DE CARNE (entregue à Crucificação)

Romanos 7:4 (MORTE FÍSICA DE JESUS: FIM DA LEI DE “TALIÃO” e IMPLANTAÇÃO DA LEI DE AMOR)

“Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus”.

Quando Jesus Cristo encarnou teve início a “nova aliança” que, em razão de nossa natureza primitiva, derramaria Seu sangue (Mateus 26:28).

REFERINDO-SE À LIDERANÇA DE JESUS E NÃO DE HOMENS
Efésios 4:15 “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”.

Além do significado implícito de Suprema Sabedoria em relação aos que evoluem na Terra, o texto paulino afirma que NÃO HÁ LIDERANÇA OUTORGADA A MÃOS HUMANAS. No TRABALHO DO CRISTO ELE é o LÍDER (Governador).

Conclusão:
O corpo de Cristo, na Bíblia, alude ao próprio corpo físico de Jesus Cristo entregue na cruz do calvário. Noutros casos refere-se ao conjunto da humanidade que tem em Jesus seu modelo e guia, o qual exerce a Liderança confiada por Deus. E, relativamente ao Evangelho, quanto aos trabalhadores, refere-se à suas funções e a integração que deve existir entre o Cristão e o Cristo.

Não se vê referência à possibilidade de que Jesus Cristo não tenha se valido de um corpo de carne na sua passagem pelo orbe.

GÊNESIS, PAULO DE TARSO, JOÃO E NÓS: A CAMINHO DA LUZ


Os antigos referiam-se à Criação usando expressões contendo uma ideia concreta, fazendo referência a evento que ocorreu pela primeira vez em determinado ponto no tempo. Isto induz a pensar que, mesmo para eles, havia o antes a esse "ponto" e o "depois".

Conforme WALTON, MATTHEWS E CHAVALAS (Comentários Bíblico Atos - Antigo Testamento, 2003, pg. 27), "o relato da criação não tem a pretensão de apresentar uma explicação científica moderna sobre a origem de todos os fenômenos naturais, e sim abordar os aspectos mais práticos da criação que cercam nossas experiências de vida e sobrevivência".

Sabe-se que as teorias primitivas a respeito da Criação tinham a Terra como o "centro do universo". Referindo-se à criação do planeta, aludiam à criação do "mundo". A Ciência, possuiu dados, estudos e informações confiáveis para infirmar essa teoria.

O Antigo Testamento, conjunto de livros que se convencionou designar-se por Bíblia, tem origem na Torah Hebraica. O texto hebraico é: Bereshit Bara Elohim et Hashamayim veet haaretz (transliteração)Em boa tradução: No princípio os deuses formaram os céus e a terra. (a expressão Elohim significa deuses e Bara dá ideia de formar, moldar e plasmar).

No Evangelho de João aprendemos que no Princípio referido no Livro de Gênesis havia o Verbo (Palavra) de Deus, que se identificava com Deus por ser o próprio Deus. Verbo Criador que continha VIDA: a LUZ DOS HOMENS.

Neste texto uma importante revelação: A LUZ VERDADEIRA QUE VENCE TREVAS ESTAVA NO MUNDO QUE FOI FEITO POR ELE, MAS O MUNDO NÃO O RECONHECEU. VEIO PARA O QUE ERA SEU E OS SEUS NÃO O RECEBERAM. (Jo 1:1-11).

João está dizendo que Jesus, a vida contida no Verbo de Deus, Sabedoria e Amor, "FEZ" O MUNDO. Superamos aqui a ideia de que Deus encarna-se. Jesus é Criação de Deus. Assim como todos os demais elementos da Criação Jesus FAZ PARTE da Criação e é um Espírito de hierarquia elevada cujo grau evolutivo estamos longe de alcançar.

Paulo de Tarso escreveu em Colossenses (1:12-17): "Dando graças ao Pai, que nos tornou dignos de participar da herança dos santos no reino da luz. Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados. Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito sobre toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos sejam soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste".

Ficaríamos por aqui, somente com a "conclusão" do Apóstolo dos Gentios. Mas, destacamos a consonância com o texto joanino e as revelações do mundo espiritual que merecem sua reflexão:
a) Onde está estabelecido o Reino do Filho amado de Deus?
b) Quais eram os direitos e deveres dos primogênitos para aquele povo que escreveu a Bíblia?
c) O que significa o fato da afirmação paulina de que Jesus "criou" todas as coisas?
d) O que significa a expressão: "ele é antes de tudo".
(tire suas próprias conclusões).

No Capítulo 1 do Livro A CAMINHO DA LUZ, com o título A GÊNESE PLANETÁRIA, encontramos uma elucidação para concluirmos o artigo.

"Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor supremo do universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias". (Elohim?).

"Essa comunidade de seres angélicos e perfeitos, DA QUAL É JESUS UM DOS MEMBROS DIVINOS, ao que nos foi dado saber, apenas se reuniu, NAS PROXIMIDADES DA TERRA, para solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos".

"A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançassem no tempo e no espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico,[...]". (Criação?)

"[...] e a segunda, quando se decidia a vida do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção" (pág. 13)". (Luz do Verbo que se tornou carne?)

Há nos textos bíblicos tesouros incontáveis, mas, é necessário que a Fé não seja cega, mas, raciocinada.

Outras informações podem ser colhidas, também, na Obra Evolução em Dois Mundos, especialmente no Capítulo 1.

Fontes para estudo:
Bíblia do Peregrino (Paulus).
Bíblia de Jerusalém (Paulus).
Torá - A lei de Moisés (Séfer).
Comentários Bíblico Atos (Atos).
A Caminho da Luz (FEB).

RETRATO DE UMA SOCIDADE ENFERMA




Abra o Jornal, impresso ou eletrônico. As notícias referem-se a polêmicas por diferenças de opiniões. Ofensas em razão do desrespeito recíproco ao direito de livre manifestação do pensamento. Uma ferrenha disputa pelo lugar de “dono da verdade”. Animosidade traduzida em suas piores consequências: fratricídios, parricídios, infanticídios, feminicídios, homicídios, suicídios e tantos outros nomes atribuídos ao ato de “matar”.

Quando a falta de amor não termina assim, em trágicas mortes, ocasiona uma infinidade de doenças. NOSSA SOCIEDADE ESTÁ DOENTE E A DOENÇA MOSTRA SUA CARA! SUA PIOR FACE... Quem deve administrar não administra; quem deve ensinar não ensina; quem deve julgar não julga; quem deve segurança não se desincumbe; quem deve educar não educa; Parafraseando Roberto e Erasmo: todos perdidos nos pensamentos poluídos pela falta de amor! A sociedade “esqueceu” seus deveres... Diante disto voltam a pulular teorias hobbesianas para dizer o mínimo. “Doentes” se reconhecendo “médicos” afirmam ter “cura” e “patenteiam” “remédios infalíveis”. (muitas aspas e metáforas).

Sem receita, observo. A origem dos males tem sede em nós mesmos. Queremos ser donos, verdadeiros proprietários, dos indivíduos que nos rodeiam. Queremos ser servidos em lugar de servir. Queremos falar em lugar de ouvir. Queremos ser compreendidos em lugar de compreender. Queremos receber sem nada oferecer.

Na sociedade dos “donos da verdade” o que temos? Indivíduos de difícil trato, impulsivos de pavio curto que explodem ante uma opinião diferente, não economizam palavras ofensivas, são intolerantes e não fazem qualquer rodeio para aviar uma ofensa. Em todo campo são fanáticos. Intransigentes, não vivem e não permitem uma convivência pacífica. Nessa faixa de vibração se desculpam na “cegueira pela raiva que lhe fizeram” e cometem as piores atrocidades contra outros e a si mesmos.

Seria cômodo apontar o dedo, mas, assim somos todos. Não atendidos apresentamos o pior em nós. Nada a ver com “lado" animal, eles são superiores. Em verdade, cada criatura com os sentimentos que lhe caracterizam a vida íntima emite raios específicos e vive na onda espiritual com que se identifica (Emmanuel).*

Estamos certos que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do Espiritismo e do Espiritualismo, mas, muito mais, de Espiritualidade (Emmanuel).*

*Nos Domínios da Mediunidade e Nosso Lar (prefácio).

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – LIVRO SEGUNDO – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS – parte

CAPÍTULO VIII EMANCIPAÇÃO DA ALMA IV LETARGIA, CATALEPSIA, MORTE APARENTE (Questões: 421 a 424) Neste item do capí...