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At.
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ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – LIVRO SEGUNDO – PARTE 79


CAPÍTULO IX – INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO – 

VII – PRESSENTIMENTOS –

VIII – INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS SOBRE OS ACONTECIMENTOS DA VIDA
– (Questões: 522 a 535-b) –

Em português pressentimento significa: ato de sentir antecipadamente, mais pela emoção do que pela razão, a ocorrência de um fato futuro; suspeita, desconfiança; ou, ainda: o conhecimento do que vai acontecer, obtido por intuição; previsão, palpite, presságio.

Em Espiritismo o pressentimento possui duplo caráter:
   1. É, de um lado, a intervenção dos Espíritos no mundo corpóreo, como o conselho íntimo de um Espírito que deseja o bem.
  2. De outro, a intuição da escolha anterior (a voz do instinto). Isto é, o conhecimento anterior que o Espírito possui das fases principais da sua existência (quanto ao gênero de provas a que irá ligar-se).

No segundo caso, quando as provas possuem um caráter marcante, o Espírito conserva uma espécie de impressão em seu foro íntimo. É ESSA IMPRESSÃO o que se denomina “VÓZ DO INSTINTO”. No momento oportuno essa impressão desperta e se torna um pressentimento.

O pressentimento, por ter algo de vago, não conduz à certeza. Nesses casos, os Espíritos Superiores instruem recorrer ao Espírito Protetor, ou, á prece a Deus para que envie um de seus mensageiros (os próprios Espíritos Superiores). Os Protetores auxiliam com conselhos por meio da “voz da consciência” que é despertada no íntimo ou podem servir-se de pessoas que nos cercam. É importante que cada um examine as diversas circunstâncias felizes ou infelizes da vida e atentar para os conselhos que irão poupar dissabores (quando escutados).

A influência que os Espíritos exercem sobre os acontecimentos da vida ocorre por meio dos conselhos e, seguramente, não ocorrem por meio de fenômenos extraordinários, isto é, para influenciar o tutelado os Espíritos não derrogam leis naturais. Não há milagres. Mesmo tendo influência sobre a matéria nenhum ato é praticado para derrogar as leis da natureza.

Podem provocar o encontro de pessoas (que parece ser acaso), inspiram a passar neste ou naquele lugar, chamam a atenção para determinado ponto (quando isto pode conduzir a um resultado desejado). Todavia, a escolha de seguir ou não o que se julga ser intuição ou pressentimento fica a cargo do indivíduo, a fim de que o livre-arbítrio fique conservado.

Compreenda-se que a VONTADE DE DEUS se cumpre sempre. Portanto, o que deve ocorrer, ocorrerá. Retardamento ou empecilho para quaisquer eventos ocorrem em face da Vontade Soberana do Criador.

Conforme a sintonia de cada um é possível que Espíritos levianos ou brincalhões possam provocar certas traquinagens. PORÉM, não é correto responsabilizar tudo à conta destes. As frustrações da vida são provas que experimentamos para exercitar a paciência. Na maioria dos casos, as ocorrências são por puro descuido.

Da mesma maneira que os Espíritos Superiores protegem, os inferiores provocam discórdias, atacam sem motivo determinado, da mesma maneira que ocorre entre encarnados. O fato de desencarnar não promove o Espírito inferior a Espírito Puro. Seu caráter continua o mesmo. Espíritos iniciam perseguições durante a encarnação e prosseguem com o intento após a desencarnação.

O meio eficaz para fazer cessar as perseguições dos Espíritos inferiores é a prece e retribuir-lhes o mal com o bem. Desconsiderar suas maquinações é outro modo de fazê-los ver que não estão lucrando nada com as próprias ações malfazejas.

Apesar da proteção dos Bons Espíritos, é importante saber que existem males que pertencem ao gênero de prova que o encarnado experimentará. Os Protetores podem diminuir as dores incitando-nos a paciência e a resignação. Todavia, Deus conferiu a inteligência ao Espírito para que ele próprio desvie os males que lha acometem. É por meio desta inteligência que os Espíritos Superiores vão inspirar-nos e nos assistir. Nesse caso, é importante recordar a máxima: buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á, pois, só são assistidos os que sabem assistir a si mesmo.

Outro problema é como a prova está sendo encarada. Nem sempre o que o encarnado julga que é um mal, o é. Pode um bem, freqüentemente, resultar do suposto mal. Nessas horas, quanto possível, é importante afastar o pessoa na própria pessoa e no momento presente. Importante afastar a “cortina do Eu”.

Por exemplo, a fortuna, que é para o encarnado motivo de elogiar a “boa estrela”, não passa de arrastamento ao mal provocado pelos Espíritos inferiores, os quais encontram nela o meio eficaz para tanto. Todavia, nem toda ocorrência infeliz é provocada por Espíritos. O próprio indivíduo se coloca numa posição prejudicial e se obstina naquela senda, em verdadeira auto-obsessão.

Muito será cobrado a quem muito foi dado. Gratidão é uma lei Universal, pois, todo ele é solidário. Em todos os acontecimentos felizes, é necessário agradecer a Deus, sem cuja permissão nada teria sido feito. Em seguida, importa agradecer aos companheiros, agentes do Criador em nossas vidas, pela intercessão, eis que todos somos interdependentes.

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – LIVRO SEGUNDO – PARTE 82

– CAP. IX – INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO – XI – DOS PACTOS – (Questões: 549 a 550) – Paira em torno do Esp...