GÊNESIS E O ROMPIMENTO COM A MITOLOGIA

"Quando eu era criança falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança; ao tornar-me adulto, abandonei as coisas de criança. Agora, vemos como enigmas num espelho; depois, veremos face a face. Agora conheço imperfeitamente; depois, conhecerei tão bem quanto sou conhecido". (1Coríntios 13:11-12)

Segundo WOUK (1), o primeiro capítulo bíblico (AT) rompeu com a antiga mitologia, iluminando a humanidade, esclarecendo que não havia deuses em forma de gente, nem havia animais-deuses e nem os deuses eram animais, assim como não havia o deus do sol, o deus da lua, o deus do amor, o deus do mar ou o deus da guerra. Tudo, fazendo parte da natureza, era desprovido de qualquer poder mágico. Tais fetiches (prestar culto a objeto, atribuindo-lhe poder mágico ou sobrenatural), eram um equívoco. O mundo e a humanidade não eram fruto de incestos titânicos e de sodomia, praticados por monstros celestes.

A exigência da queima de criancinhas em holocaustos (sacrifícios), que corações fossem arrancados de seres vivos, a prática de horrendas obscenidades, revelaram-se inúteis, tolos, ofensivos ao universo e condenados a desaparecer. Assim, terminava o pesadelo da infância da humanidade.

O relato bíblico sobre a Criação promoveu o enfraquecimento das supostas divindades gregas e romanas, marcando, como linha divisória, a inteligência contemporânea e a confusão primitiva no que se refere às coisas primeiras e últimas.

O Autor, ao seu turno, afirma: “[...] o Gênesis é uma visão mística da origem das coisas, expressa através das palavras mais cristalinas e incisivas, acessíveis à mente infantil e inspiradoras à inteligência adulta, suficientemente claras para subsistir em eras primitivas e profundas o bastante para desafiar culturas desenvolvidas”.

Compreendemos, destarte, que a importância do texto bíblico, como indica ao autor, a priori, foi a quebra do paradigma vigente. Consequência disto é que se mostrou "claro e cristalino" para mentes "infantis", isto é, em desenvolvimento no que se refere à ciência e religião (aquelas mesmas que se dedicavam ao culto das deidades gregas e romanas) - culturas primitivas.

Lado outro, inspirador para as inteligências adultas - culturas desenvolvidas -, ou seja, aquelas que já podem discernir os gêneros textuais utilizados para propagação da Palavra de Deus por meio das Escrituras Sagradas. Atividade que requer estudo intenso, conhecimento das línguas originais, observação atenta, interpretação adequada, sem prescindir da fé raciocinada.

(1) WOUK, Herman. Este é o Meu Deus. São Paulo: Séfer, 2002.

PENSANDO COM EMMANUEL E ANDRÉ LUIZ, ESTUDAR AS REVELAÇÕES É PRECISO!

 
“[...] O Evangelho não se reduz a breviário para genuflexório. É roteiro imprescindível para a legislação e administração, para o serviço e para a obediência. [...] Muitos discípulos, nas várias escolas cristãs, entregaram-se a perquirições teológicas, transformando os ensinos do Senhor em relíquia morta dos altares de pedra; no entanto, espera o Cristo venhamos todos a converter-lhe o Evangelho de Amor e Sabedoria em companheiro da prece, em livro escolar no aprendizado de cada dia, em fonte inspiradora de nossas mais humildes ações no trabalho comum e em código de boas maneiras no intercâmbio fraternal. [...] aqui nos reportamos às palavras sábias de Simão Pedro: ‘Sabendo primeiro isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação’. (XAVIER, Francisco C. Ditado pelo Espírito Emmanuel Caminho, verdade e vida. Interpretação dos textos sagrados. Brasília: FEB, 2013 – Coleção Fonte Viva).
“Deus fala às criaturas, de acordo com a necessidade e o entendimento de cada época:
- Moisés aponta a Terra Prometida. Jesus anuncia o Reino de Deus. Kardec descortina o mundo espiritual;
- Moisés legisla com ameaça. Jesus exemplifica o perdão. Kardec exalta a caridade;
- Moisés produz fenômenos. Jesus surpreende com prodígios. Kardec explica a mediunidade;
- Moisés age com rigidez. Jesus ensina com bondade. Kardec revela bom senso;
- Moisés disciplina. Jesus liberta. Kardec esclarece;
- Moisés recebe os Mandamentos. Jesus comunica-se o Pai. Kardec dialoga com o Espírito de Verdade;
O Espiritismo é o Consolador prometido pelo Cristo, para dar continuidade ao plano divino de conhecimento espiritual;
Moisés, a Lei. Jesus, o Amor. Kardec, a Razão.” (FILHO, Antônio Baduy. Ditado pelo Espírito André Luiz. Vivendo o Evangelho – comentários a ‘O Evangelho Segundo o Espiritismo’ – Prefácio. São Paulo: ide, 2010).

ENSAIO SOBRE FRASES E EXPRESSÕES BÍBLICAS


"No princípio, criou Deus os céus e a terra"


 Sem dúvida, é de se afirmar que os primeiros capítulos de Gênesis, narram o princípio da criação, referindo-se a céus, terra e todo o necessário para a existência de vida (humana, animal, vegetal e espiritual). Porém, não nos cabe esquecer que, no princípio, não existia a língua portuguesa e que a ciência comprovou a existência do universo anterior à terra, como também a própria existência do planeta anterior ao período que faz referência à Adam (ou Adão), do hebraico אדם, que significa: homem, ser humano, humanidade (derivado de  - אדמה - ’adamah: terra, território, país,"a terra", solo).

É imprescindível que o leitor atento, buscando compreender a profundidade da Mensagem Divina, procure abeberar-se na fonte. Nela, a possibilidade de encontrar uma “água” turva, contaminada ou imprópria para “saciar a sede” é muito menor. Em hebraico bíblico(3), o primeiro versículo de Gênesis,  está assim escrito:


SIGNIFICADOS (2):

bə: em, com, por, dentro.
re’shiyth: primeiro, começo, melhor, principal, princípio, parte principal, parte selecionada. [pertence à raiz de ro’sh: cabeça (corpo), topo, cume, parte superior, chefe, total, soma, altura, fronte, começo, altura (estrelas), líder, cabeça (homem, cidade, nação, lugar, família, sacerdote), e etc.].
bara’: moldar, formar; criar; dar forma a (tendo Deus com sujeito) - referindo-se a: céu e terra; homem individualmente; novas condições e circunstâncias; a transformações.
’E-lohiym (plural): governantes, juízes, seres divinos, anjos, deuses; [forma singular -  אֵל - ’el : deus, semelhante a deus, poderoso, deus falso, (demônios, imaginações), Deus (o único Deus verdadeiro)].
et: tem função apenas gramatical, indicando o objeto seguinte; sem tradução em português.
ha: este sim é o artigo definido (o, a, os, as);
shamayim: céus;
ve’:conjunção aditiva “e”;
’aretz: terra.

Diante dos significados, é possível que o leitor inicie o processo de análise do texto bíblico, promovendo saudável interpretação. Antes porém, importa saber que:
a) Um texto de Tebas, no Egito, trata do deus Amon e faz alusão à “criação” valendo-se da expressão: “na primeira ocasião”. Desta forma, os egiptólogos interpretam-na como uma referência a um evento ocorrido pela primeira vez e não como ideia abstrata(5);
b) A língua hebraica tem um número reduzido de tempos verbais (diferente da língua portuguesa). Uma única forma verbal hebraica pode ser usada para duas ou mais formas verbais em português.
c) No sistema verbal do hebraico o significado de cada verbo está relacionado com os outros tempos dos verbos do contexto;
d) Como visto acima, o texto bíblico usa a expressão 'E-lohyim  em sua forma plural, o que não é nenhuma novidade, pois o judaísmo comenta isto há muito tempo.

Em relação à letra 'd' acima, alguns comentários rabínicos sobre o Antigo Testamento dizem se tratar de um “plural majestático” (3). Explicam que, à época da escritura, reis usavam expressões no plural quando se referiam a si mesmos. Ousamos pensar que tal assertiva é a figura denominada antropomorfismo, isto é, uma forma de pensamento comum a diversas crenças religiosas que atribui a deuses, a Deus ou a seres sobrenaturais comportamentos e pensamentos característicos do ser humano. Esta figura foi bastante criticada pela filosofia grega desde seus primórdios.

Sabemos que o texto bíblico conta a história de um povo e do seu relacionamento com Deus, visando abolir o politeísmo (culto a diversos deuses) e diversas práticas abomináveis (como o sacrifício de crianças em fogueiras).

A missão de apresentar esse Deus Verdadeiro e Único coube a um Patriarca: Abrão. Era costume naquele tempo que o indivíduo que promovia a aliança com a divindade modificasse seu nome, incorporando o nome da mesma. Foi assim que aquele Patriarca passou a chamar-se: אברהם (’Abraham) ou Abraão: “pai de uma multidão” ou “chefe de multidão” e ficou conhecido como amigo de Deus e fundador da nação dos hebreus através da aliança e eleição de Deus (2). É que Deus revelou-se à figura de um Pai para a humanidade terrestre.
 
Portanto, para as reflexões seguintes, convidamos o leitor a pensar sobre o texto bíblico considerando a forma como se dava a manifestação e o relacionamento de Deus com as criaturas.

Tomando como exemplo a família, vemos que Deus nos confia, cada um, aos cuidados daqueles que tem a tarefa de prover uma variedade de necessidades que temos desde o nascimento. Por esta lógica, havia prepostos do Criador operando na formação da terra? O texto bíblico pode atestar essa hipótese?

Tendo como ponto de partida a fé raciocinada, verificamos que o texto bíblico, em hebraico, nos oferece a palavra ’E-lohiym, escrita na forma plural, cujos significados já foram apresentados, bem como a crítica ao plural "majestático". Lado outro, o  texto faz uso do verbo bara'. Comentaristas do Antigo Testamento afirmam que o mesmo foi usado para expressar "criar" (Ele Criou) por se apresentar na forma singular. Contudo, o mesmo verbo pode indicar a expressão: "formar". 

Apesar de usualmente assimilada como correta desde há muito tempo, hoje, é possível pensar noutro sentido para a frase inicial da Primeira Revelação, sem que, com isto, possa haver qualquer ideia (mesmo oculta) de existirem outras "divindades". A reflexão proposta, definitivamente, não adota esta posição primitiva. Por tudo isto, trazemos à colação alguns fundamentos que nos levam a admitir que havia prepostos de Deus atuando na formação do orbe.


USO DE PALAVRAS NO PLURAL ATRIBUÍDAS À DIVINDADE

No fragmento de texto abaixo (Gênesis 1:26) se repete o uso do plural pelo Verbo Divino (majestático?), vejamos:


Segundo um comentário contido no Midrash (Bereshit Rabá8) "Deus se aconselhou com os anjos sobre a conveniência de criar o homem ou não". (3). Independente do que se possa pensar acerca desta afirmação, o fato é que o Judaísmo nunca afastou a ideia de que Deus, quando da formação do orbe terrestre, já possuía prepostos com atuação ativa no processo, podendo ser denominados cocriadores. Não seria coerente com a ideia de Deus Único que os "anjos" citados no Midrash fossem "incriados", assim como sabemos que, sendo Deus a inteligência suprema e causa primeira das coisas, não foi criado, posto que não seria Deus e sim aquele que o teria criado.


NOVO TESTAMENTO (a lei não foi destruída)

Observando a "Boa Mensagem" com vistas à utilização do texto bíblico como  "inspiração para a inteligência adulta" (6), obtemos valiosas informações. 

Atentemos para ditoso ensinamento contido na Carta aos Hebreus (1:1-2):
“Muitas vezes e de muitas formas, Deus falou no passado a nossos pais por meio dos profetas. Nesta etapa final nos falou por meio de um Filho, a quem nomeou herdeiro de tudo, por quem criou o universo. Ele é reflexo de sua glória, expressão do seu ser, e tudo sustenta com sua palavra poderosa” (4).

Ao seu turno, esclarece o Evangelho de João(1:1-5):
“No princípio havia o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava, no princípio, junto de Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada que se encontra feito se faria. Nele havia vida, e a vida era a luz dos homens; e a luz brilha na treva, e a treva não a reteve” (1).

CONFIRMAÇÕES DOS TESTAMENTOS

A literatura espírita séria e comprometida com a evolução humana, tendo como um de seus maiores colaboradores o Espírito Emmanuel (7), pela psicografia mediúnica de Francisco C. Xavier, corroborando a Epístola acima, assevera:
“[...] em tudo e sobre todos, irradia-se a luz desse fio de espiritualidade que diviniza a matéria, [...] vemos a fonte de extraordinária luz, de onde parte o primeiro ponto geométrico desse fio de vida e de harmonia, que equilibra e satura toda a Terra numa apoteose de movimento e divinas claridades. [...] É Ele quem sustenta todos os elementos ativos e passivos da existência planetária. No seu coração augusto e misericordioso está o Verbo do princípio. [...] Só Jesus não passou [...]. Ele é a luz do princípio e nas suas mãos misericordiosas repousam os destinos do mundo”.

PROPOSIÇÃO

Deste modo, pensamos: seria possível que os autores bíblicos fizessem referência, ao contrário da convenção comum, a anjos? Sabemos que não pretendiam se referir a “deuses”, pois, ensinaram para a humanidade que há somente um Deus. Todavia, sendo um texto considerado inspirado, transcendendo o humano, não se pode admitir “equívoco do Espírito”. Isto vale, também, para o sentido como verbo “Criar” foi interpretado dos manuscritos? Então, como o bom senso pode guiar a compreensão da expressão? Entendemos que é possível compreender, sem cometer qualquer ofensa aos que pensam diferentemente, que a expressão pode ser escrita da seguinte forma:

              “Primeiro, os seres divinos formaram os céus e a terra”.

Poder-se-ia especular a respeito do emprego da expressão reshit, cuja raiz é ro'sh. Assim, construindo a expressão Be'reshit, por meio do emprego de uma tradução não usual: cabeça ou líder. Onde, então, a frase seria construída da seguinte forma: "Com o cabeça, seres divinos formaram os céus e a terra"; ou, ainda, "Com o líder, seres divinos formaram os céus e a terra".

CONCLUSÃO?!

Para aqueles que sustentarem que a expressão é inverossímil, pedimos vênia para refletir a questão à luz da Doutrina Espírita, vez que no ano de 1938 o Espírito Emmanuel, a respeito da Gênese Planetária (7), falou acerca da Comunidade de Espíritos puros nos seguintes termos:
“Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma comunidade de Espíritos puros e eleitos pelo Senhor supremo do universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias. Essa comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos".

E, prossegue o benfeitor (7):
"A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre desprendia da nebulosa solar, a fim de que lançassem, no tempo e no espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção”.

André Luiz, Espírito, tratando de questões relacionadas com o fluído cósmico, plasma divino, Criador e cocriação nos planos maiores e menores, na obra mediúnica "Evolução em Dois Mundos" (8), refere-se às inteligências gloriosas, que, sob o influxo do próprio Senhor supremo, eis que a Ele agregadas em processo de comunhão indescritível, operam da seguinte maneira:
Extraem "[...] desse hálito espiritual os celeiros da energia com que constroem os sistemas da imensidade, em serviço de cocriação em plano maior, de conformidade com os desígnios do Todo-Misericordioso, que faz deles agentes orientadores da Criação excelsa. Essas Inteligências gloriosas toma o plasma divino e convertem-no em habitações cósmicas, de múltiplas expressões, radiantes ou obscuras, gaseificadas ou sólidas, obedecendo a leis predeterminadas, quais moradias que perduram por milênios e milênios, mas que se desgastam e se transformam por fim, uma vez que o Espírito criado pode formar ou cocriar, mas só Deus é o Criador de toda a eternidade. [...] Devido à atuação desses arquitetos maiores, surgem nas galáxias as organizações estelares como vastos continentes do Universo em evolução e as nebulosas intragaláticas como imensos domínios do Universo, encerrando a evolução em estado potencial, todas gravitando ao redor de pontos atrativos com admirável uniformidade coordenadora. [...] A Engenharia celeste equilibra rotação e massa, harmonizando energia e movimento [...].".


Sabemos das divergências existentes acerca dos modos de como interpretar as Escrituras Sagradas. Respeitamos o ponto de vista de cada um. Contudo, parece que a interpretação trazida a lume promove a integração das três revelações: Judaísmo (Moisés), Evangelho (Jesus) e Espiritismo (Consolador). Trouxemos o pequeno estudo como contribuição a um ensaio de interpretação e motivo para reflexão. Sua consequência moral é que, vencido o materialismo, comprovamos por meio da aliança entre ciência e religião que não estamos à deriva, não somos produto do acaso, pertencemos a uma ordem, criados com vistas à perfectibilidade, rumo à comunidade de Espíritos puros. Que vença a Religião Cósmica: o Amor; Eis que Dele somos criação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1. DIAS, Haroldo Dutra. Novo Testamento. Trad. Haroldo Dutra Dias. Brasília, FEB, 2013.
2. DICIONÁRIO BÍBLICO STRONG. Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2002.
3. FRIDLIN, Jairo (Coord.). Torá – A lei de Moisés. São Paulo: Sêfer, 2001.
4. SCHÖKEL, Luís Alonso. Bíblia do Peregrino. Paulo Bazaglia (Coord.). 3. Ed. São Paulo: Paulus, 2011.
5. WALTON, John H.; MATTHEWS, Victor H.; CHAVALAS, Mark W. Comentário bíblico Atos: Antigo Testamento. (Trad. Noemi Valéria Altoé). Belo Horizonte: Editora Atos, 2003.
6. WOUK, Herman. Este é o Meu Deus. São Paulo: Séfer, 2002.
7. XAVIER, Francisco Cândido. A Caminho da Luz. Ditado pelo Espírito Emmanuel. Brasília: FEB, 2015.
8. XAVIER, Francisco Cândido. Evolução em Dois Mundos. Ditado pelo Espírito André Luiz. Brasília: FEB, 2013.

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