IA, CHARLATANISMO E FAKE NEWS: o crivo da razão de Kardec!
Clicando na imagem acima, você poderá assistir o vídeo e ter contato com o resumo dos ensinos filosóficos e científicos de Allan Kardec. Onde ele estabelece os pilares do método de validação do Espiritismo.
São os mesmos pilares e o próprio método de Kardec um meio infalível para que você possa lidar com a enorme quantidade de notícias equivocadas e informações falsas que insistem em te bombardear no dia-a-dia.
Veja, abaixo, os princípios fundamentais que foram mencionados por ele e podem, assim, ser sintetizados em:
a. O Crivo da Razão e do Bom Senso
• Submissão à Razão: Tudo o que vem dos Espíritos deve passar obrigatoriamente pela análise rigorosa da lógica, do bom senso e dos conhecimentos já adquiridos pela humanidade.
• Rejeição do Dogmatismo: Qualquer teoria que esteja em manifesta contradição com a lógica deve ser rejeitada, independentemente do nome do Espírito que a assine.
b. Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
• Concordância Universal: Para que um princípio seja considerado uma verdade doutrinária, não basta a instrução de um único Espírito ou grupo; é necessária a concordância das revelações feitas espontaneamente por múltiplos Espíritos, através de múltiplos médiuns, desconhecidos entre si e espalhados por diferentes lugares.
• Universalidade e Unanimidade: É essa concordância em massa que garante a unidade da doutrina e invalida teorias e sistemas pessoais ou excêntricos.
c. Gradação da Revelação Doutrinária
• Revelação Progressiva e Oportuna: Os Espíritos superiores revelam os ensinamentos de forma gradual, respeitando a capacidade de compreensão da humanidade e o momento propício.
• Prudência quanto ao Inédito: Informações isoladas, novas ou prematuras não constituem lei de imediato; devem ser tratadas como opiniões pessoais ou esclarecimentos provisórios até que recebam a sanção da concordância universal.
d. Inexistência de Infalibilidade e Autoridade Pessoal
• Diversidade e Falibilidade Espiritual: Nem todos os Espíritos detêm toda a verdade. Existem Espíritos ignorantes, presunçosos e mistificadores; portanto, não se deve aceitar cegamente as comunicações.
• Ausência de "Juízes Supremos": Kardec reforça que nem ele nem qualquer pessoa é árbitro supremo da verdade. Uma ideia não é aceita por ter vindo de um Espírito específico ou por se alinhar com a opinião de uma pessoa, mas sim por receber a sanção da concordância.
BIBLIOGRAFIA:
1. Revista Espírita de Abril de 1864: Controle Universal do Ensino dos Espíritos - autoridade da Doutrina Espírita.
2. Capítulo II do livro A Gênese: Caráter da Revelação Espírita (itens 52 a 55).
3. Evangelho Segundo o Espiritismo: Introdução - Controle Universal do Ensino dos Espíritos: Autoridade da Doutrina Espírita.

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