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domingo, 11 de setembro de 2022

A NOVA GERAÇÃO E AS IDEIAS HUMANITÁRIAS

"Quanto mais uma ideia é grandiosa, mais encontra adversários, e pode-se medir sua importância pela violência dos ataques dos quais seja objeto". (A Gênese)

Exemplos não faltam para que sejamos céticos quanto à regeneração da humanidade. Mas, o Espiritismo anuncia que 'a nova geração marchará para a realização de todas as ideias humanitárias compatíveis com o grau de adiantamento ao qual tenha chegado' (A Gênese, 1868 [FEAL, 2018], pg. 406).

Ocorre que o Espiritismo não criou a denominada 'renovação social'. Na verdade, se trata de uma necessidade humana. Todavia, a Doutrina Espírita traz em si um poder moralizador, em razão da suas tendências progressivas, sua elevação de propósitos, bem como pela generalidade das questões que abraça.

Nesse sentido, o papel do Espiritismo será secundar o movimento regenerador. Isto não quer dizer que todos deverão professar a Doutrina Espírita. Pelo contrário. O propósito da nova geração, isto é, realizar todas as ideias humanitárias, demonstra que avançam para o mesmo alvo.

Espíritas e não espíritas da nova geração, buscando realizar seus objetivos, vão se [re]encontrar no mesmo terreno. Destarte, a parcela da humanidade favorável ao progresso, encontrará nas ideias espíritas um poderoso recurso. O Espiritismo, ao seu turno, encontrará pessoas renovadas e dispostas a aceitar suas ideias.

Na verdade, trata-se de um terreno devidamente preparado e fecundo para receber as ideias que se encontram no Espiritismo. Cada vez mais, em todos os campos e em todas as áreas,  mais se falará de autonomia, liberdade e moral. Não a moral ditada por certos grupos, cujo objetivo é a manutenção de poder e dos próprios interesses, mas a boa conduta externada no agir no bem e para o bem do outro em detrimento do próprio (L.E., Q. 629).

Sem dúvida, atualmente, os refratários parecem constituir número maior do que realmente representam. A verdade é que são, realmente, mais barulhentos. Gritam que são detentores de qualidades que estão longe de adquirir; berram que não possuem péssimos hábitos, os quais insistem em  se mostrar provando quem realmente são; Atacam exclamando que as ideias progressistas são, de seu ponto de vista, subversivas e, como escreveu Kardec, 'por isso dedicam a elas um ódio implacável e lhe fazem uma guerra obstinada' (idem, pg. 407).

Essa turba, em verdade, constitui o grande número dos retardatários. No entanto, nada podem contra essa 'onda que sobe, [..] que se ergue, ao passo que eles desaparecem com a geração que se vai a cada dia a largos passos' (idem, pg. 407).

Que fará essa turba? Lançar algumas pedras, defender seu pequeno terreno, lutar...

Mas, a luta que travam é desigual, esses retardatários representam um 'passado decrépito que cai em trapos contra o futuro jovem'. (idem, pg. 408). Trata-se, por fim, a luta da estagnação contra o progresso. Em espiritismo o progresso é uma lei imutável. Dele não há quem escape. Eis que os tempos assinalados são chegados.

Uberaba-MG, 11/09/2022.
Beto Ramos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

ESPÍRITOS NÃO SÃO CABOS ELEITORAIS; ESPIRITISMO É ESCLARECIMENTO; O RESTO É CAVALO-DE-TROIA.

Em um dos trechos adulterados da Obra A Gênese, de Allan Kardec, ano de 1868, o organizador do Espiritismo consignou:

"Por esse princípio: não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. Ele destrói o império da fé cega que aniquila a razão, a obediência passiva que embrutece; emancipa a inteligência do homem e ergue sua moral". (2018, pg. 406).

Trata-se de frase que se encontra, também, na Revista Espírita. Não há constatação mais atual.

Infelizmente, reproduz-se em redes sociais informações que ferem de morte a revolução moral proporcionada pelo Espiritismo, cuja meta é a transformação da humanidade; numa palavra, sua regeneração.

Em passado não tão distante, o Brasil, assolado pela pandemia de COVID-19, pretensos espíritas divulgando informações atribuídas a "espíritos" onde não se deveria usar a ciência humana, nem suas recomendações sanitárias, mas continuar como se nada estivesse acontecendo; de um lado 'tomando vacina espiritual'; de outro, ficando em situação passiva aguardando o castigo ou a recompensa divina, num verdadeiro processo de seleção natural.

Não satisfeitos, mais recentemente, pseudos espíritas se arvoram a participar de processo político divulgando supostas mensagens em que "espíritos" passam a, DEPOIS DE MORTOS (a redundância é para enfatizar e esclarecer), participar ativamente das eleições gerais no Estado Brasileiro. 

Não trataremos desta 'atividade desses espíritos' (com e minúsculo para auxiliar na compreensão), pois, são afirmações cuja crença nas mesmas e nas supostas mensagens é objeto da fé cega, aquela que não encara a razão face a face. Na pior das hipóteses, resultado do mais indigno fanatismo que transforma uma ciência toda filosófica e moral em uma medíocre religião.

Importante, por outro lado, é apresentarmos o que disse Allan Kardec sobre esses tais espíritas que se permitem à uma conduta tão desairosa diante da Doutrina Moral Espírita, bem como dos próprios princípios e postulados Espíritas. Vejamos:

"Há, entretanto, os que são essencialmente refratários a essas ideias, mesmo entre os mais inteligentes, e que certamente não as aceitarão, pelo menos nesta existência; em alguns casos, de boa-fé, por convicção; outros por interesse. São aqueles cujos interesses materiais estão ligados à atual conjuntura e que não estão adiantados o suficiente para deles abrir mão, pois o bem geral importa menos que seu bem pessoal - ficam apreensivos ao menor movimento reformador". (idem).

Quanto às mentiras que propagam, pois agem como se o Espiritismo não preconizasse a liberdade, a responsabilidade pessoal, a fraternidade e a solidariedade, que nascem da base inabalável do dever e da caridade, ou mesmo quanto à reencarnação, vida futura e consequências de atos individuais, adverte Kardec:

"A verdade é para eles uma questão secundária, ou melhor dizendo, a verdade para certas pessoas está inteiramente naquilo que não lhes causa nenhum transtorno. Todas as ideias progressivas são, de seu ponto de vista, ideias subversivas, e por isso dedicam a elas um ódio implacável e lhes fazem uma guerra obstinada". (idem).

O (a) leitor (a) certamente poderá observar ao seu redor que é exatamente o que ocorre nos dias atuais. Destaca Kardec sobre esses supostos espíritas:

"São inteligentes o suficiente para ver no Espiritismo um auxiliar das ideias progressistas e dos elementos da transformação que tem e, por não se sentirem à sua altura, eles se esforçam por destruí-lo. Caso o julgassem sem valor e sem importância, não se preocupariam com ele". (ibidem).

Essas supostas mensagens e os seus propagadores, sejam encarnados ou não, realmente provam o conteúdo da mensagem obtida na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, que ficou conhecida como a profecia de 1867, onde Allan Kardec foi advertido pelo plano elaborado pelos inimigos do espiritismo.

Ferrenhos adversários, verdadeiros inimigos das ideias progressistas, tendo tentado destruir a doutrina por fora na época de Kardec, no futuro voltariam tentando destruí-la por dentro. Um verdadeiro cavalo-de-troia no Espiritismo.

Vamos refletir e combater os inimigos do Espiritismo seriamente.

Uberaba-MG, 08/09/2022
Beto Ramos

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

PROJETO DE REGULAMENTO PARA USO DE GRUPOS E PEQUENAS SOCIEDADES ESPÍRITAS

 

Está disponível para baixar o Projeto de Regulamento de Casas, Grupos e Sociedades Espíritas disponibilizado por Allan Kardec.

Trata-se de um material que o organizador do Espírito repassou para os grupos durante sua Viagem Espírita em 1862.

Em PDF no drive, disponibilizamos para estudantes, coordenadores, diretores e presidentes de grupos que queiram atender às advertências de Kardec e regulamentar as atividades conforme o Espiritismo propõe.

Acesse e baixe agora: PROJETO DE REGULAMENTO

Uberaba-MG, 02/09/2022.
Beto Ramos.


quinta-feira, 1 de setembro de 2022

PRECES E ATOS EXTERIORES DE CULTO REGIOSO NO ESPIRITISMO


Quem não observou toda uma assistência de reunião espírita repetir em coro uma prece ou uma fórmula qualquer assemelhando-se a culto religioso? Essa situação é muito mais comum do que se pensa, principalmente, no Brasil.

Esse não é um assunto novo e causa espanto encontrar-se nos dias atuais a situação acima descrita. Todo aquele que estuda o Espiritismo sabe que a questão foi muito bem abordada e resolvida por Allan Kardec.

Várias são as fontes onde Kardec tratou de tais temas. Vamos citar, para fins do presente artigo, a obra Viagem Espírita em 1862, item 11. Tendo visitado mais de uma vintena de cidades, o organizador do Espiritismo pode responder questões e tratar sobre o uso de práticas exteriores de cultos nos grupos.

Relata Kardec na obra que "[...] frequentes vezes me tem sido indagado se é útil começar as sessões com preces e atos exteriores de culto religioso". Ao responder enfatiza: "A resposta não é apenas minha, mas também dos Espíritos que trataram desse assunto".

Para elucidar e esclarecer Kardec divide sua resposta, a princípio, em duas partes, para, ao final apresentar uma conclusão a respeito de ambas.

Kardec afirma que, mais que útil, é necessário:

- Rogar, através de uma INVOCAÇÃO ESPECIAL, por uma espécie de prece, o CONCURSO DOS BONS ESPÍRITOS.

Nesse caso, esclarece, a rogativa feita predispõe o indivíduo ao recolhimento, sendo que é o recolhimento a CONDIÇÃO ESPECIAL para TODA REUNIÃO SÉRIA.

Pesquisando as palavras vamos aprender que recolhimento quer dizer concentração, meditação, ter comedimento e recato. Invocar é pedir o auxílio e a assistência, recorrer a [o bom Espírito]. Concurso é cooperar, participar, assistir.

De posse do significado das palavras acima vamos compreender o que Kardec vai esclarecer sobre a questão da prece:

"aconselhamos a abstenção de qualquer prece litúrgica, SEM EXCEÇÃO mesmo da Oração Dominical por mais bela que seja".

A oração dominical é também conhecida como o Pai Nosso. Kardec fundamenta que o Espiritismo não exige a ninguém que abjure (renuncie) à sua religião para se tornar Espírita. Vai mais longe e afirma que o objetivo do Espiritismo é estudar e esclarecer sobre questões morais, que permeiam religiões e nações.

Destarte, ensina Kardec que o Espiritismo é um terreno neutro, sobre o qual TODAS as opiniões religiosas podem se encontrar e dar-se as mãos. Segundo Kardec e os Espíritos que trataram dessas questões a missão do Espiritismo é abolir o antagonismo religioso. É nesse sentido que DEVE abster-se de discutir dogmas particulares.

Sem uma conduta neutra, explica Kardec, não se poderia, por exemplo, impedir que um Espírita muçulmano se colocasse na posição deitada (prosternar-se) ao solo e recitasse sua fórmula religiosa em que 'só há um Deus e Maomé é o seu profeta'.

Não há, lado outro, qualquer inconveniente naquela prece que é feita em intenção de qualquer pessoa INDEPENDENTE DE TODO E QUALQUER CULTO. Para o Espiritismo é RIDÍCULO fazer com que os assistentes de uma reunião espírita REPITA EM CORO uma prece ou uma fórmula qualquer.

Mentalmente, a seu bel prazer, cada um é livre para a prece que julgar necessária, todavia, NADA OSTENSIVO, NEM OFICIAL.

Quanto ao uso de práticas exteriores, tudo que foi desenvolvido, afirma Kardec, se referem ao sinal da cruz, bem como o hábito de se colocar de joelhos, entre outras práticas. A reunião deve se pautar pela gravidade (seriedade) e respeito, além do recolhimento.

Segundo Kardec e os Espíritos Superiores não se deve adotar qualquer formalidade de nenhum culto ou religião. O Espiritismo NÃO É UMA NOVA SEITA. Nenhum ritual deve ser empregado. Pode ser Espírita qualquer pessoa INDEPENDENTE DA SUA MANEIRA DE ADORAR A DEUS.

Sem qualquer melindre de sinais exteriores, esclarece Kardec, o Espiritismo chama a si TODOS OS ADEPTOS DE TODAS AS CRENÇAS, cujo objetivo é uni-los sob as seguintes bases:

  • Caridade;
  • Fraternidade;
  • Igualdade.

Repita-se que o Espiritismo aconselha a abstenção de qualquer liturgia, sem exceção.

Essas advertências, esclarece Kardec, se dirigem para CENTROS, GRUPOS E SOCIEDADES.

Na casa de cada um o Espiritismo não se mete e a liberdade de agir é respeitada.

Tais questões foram tratadas por Kardec há 160 (cento e sessenta anos), mas muitos procedem de modo diferente. O que fazer para modificar esse estado de coisas? Em nosso caso, correndo o risco de receber a pecha do antipático, vamos continuar divulgando e propagando o Espiritismo, tal qual o é em Verdade e em Espírito. Sigamos em frente com Kardec.

Uberaba-MG, 01/09/2022
Beto Ramos.


quarta-feira, 31 de agosto de 2022

CONTEÚDO DA OBRA VIAGEM ESPÍRITA EM 1862

  

Neste ano de 2022 (dois mil e vinte e dois, em pleno século XXI (21) completam-se 160 (cento e sessenta) anos da famosa viagem espírita de Allan Kardec pela França.

Na verdade, como registra o próprio organizador do Espiritismo, ocorreram 03 (três) viagens. Na primeira delas, no ano de 1860, Kardec limitou-se a visitar apenas Lyon e algumas outras cidades que se encontravam no trajeto. Em 1861, além de Lyon, a visita se estendeu à cidade de Bordeaux.

Finalmente, em 1862, a excursão que durou 06 (seis) semanas, teve um percurso de 1.158 (mil cento e cinquenta e oito) quilômetros e Kardec visitou mais de 20 (vinte) cidades, assistindo e participando de mais de 50 (cinquenta) reuniões.


Dessa última viagem resultou uma magnífica obra da lavra de Allan Kardec. Voyage Spirite en 1862 traduzida do francês por Wallace Leal V. Rodrigues, editada e lançada em português pela Casa Editora O Clarim. Trata-se de uma obra que traz importante conteúdo doutrinário.

Nesse sentido, na condição de obra doutrinária, parece se tratar de um livro pouco estudado pelos grupos espíritas, porquanto é mais usado para algum tipo de informação de viés histórico. Todavia, confessa Kardec que o objetivo da viagem era de instrução; de um lado para orientar a quem tivesse necessidade e, de outro, para a própria instrução do organizador do Espiritismo.

O conteúdo desse livro está dividido em 04 (quatro) partes, a saber:

I. Impressões gerais

  • Kardec se mostra grato pelo acolhimento benevolente que recebeu durante a viagem, embora reconheça que esse é direcionado à doutrina espírita, sem a qual, afirma, [ele] nada seria, tampouco seria objeto de preocupação;
  • Constatou que a doutrina penetrou corações em razão de pregações contrárias dos adversários;
  • Verificou que a difusão do espiritismo partia mais da classe média, mais esclarecida ou de mediana cultura, do que das classes incultas; Do meio seguia para cima ou para baixo;
  • Constatou a marcha progressiva do ensino dos Espíritos;
  • Observou o número incalculável de Espíritas que nada viram para aderir à doutrina, mas que a estudaram e a compreenderam; Sobre esse fato Kardec afirmou: "Isto prova que emprestam maior atenção ao fundo do que à forma. Para eles a filosofia é o principal; as manifestações constituem mero acessório". (pg. 31);
  • Kardec constatou que crer é muito, mas não é suficiente. É preciso que o espírita seja transformado [filosofia espírita como estilo de vida];
  • As numerosas reuniões que assistiu proporcionaram a Kardec constatar o ambiente propício para comunicações e instruções dos bons Espíritos. Adverte nesse sentido que "reuniões desta natureza se multiplicarão [...] à medida em que a verdadeira finalidade do Espiritismo for melhor compreendida". (pg. 33);
  • Verificou que crianças educadas nos princípios espíritas adquirem uma capacidade de raciocinar precoce, que as torna infinitamente mais fáceis de serem conduzidas;
  • Percebeu que os casos de obsessão são mais raros entre os que fizeram estudo prévio e atento de O Livro dos Médiuns e se identificaram com os princípios nele contidos (vigilância, atenção e predisposições morais para não atrair e ao mesmo tempo afastar Espíritos suspeitos);
  • Na ocasião verificou algo interessante: que o excesso de prudência é melhor que o excesso de confiança na análise das comunicações.
II. 03 (três) discursos pronunciados nas reuniões gerais de Lyon e Bordeaux.

III. Instruções particulares sobre os seguintes assuntos:

  • Manobras dos adversários contra o Espiritismo;
  • Sinal ou senha para reconhecimento entre espíritas;
  • O perigo do Espiritismo para classes pouco esclarecidas;
  • Por que o Espiritismo tem inimigos;
  • Progresso silencioso do Espiritismo;
  • Publicações feitas em nome do Espiritismo por pseudo adeptos;
  • A crença de que o Espiritismo é obra do demônio;
  • Evocação dos mortos;
  • Espíritas e médiuns e a advertência de que haveria falsos Cristos e falsos profetas;
  • Sobre a formação de grupos espíritas;
  • Quanto aos cultos e práticas exteriores.
IV. Projeto de Regulamento para uso de grupos e pequenas sociedades.
  • Objetivo: manter unidade e princípios de ação.
Como se verifica do resumo ora apresentado, uma bússola para indicar o caminho, que deve ser explorado com o cuidado do estudante sério, há nesta obra profundo conteúdo de cunho doutrinário, que merece nossa meditação, reflexão e aplicação prática.

E você, já estudou essa obra Viagem Espírita em 1862? Caso a resposta seja positiva, qual sua opinião e sua impressão? Registre aí nos comentários. Se ainda não leu, não sabe o que está perdendo. Até nosso próximo encontro.

Uberaba - MG, 31/08/2022.
Beto Ramos.

DESTAQUE DA SEMANA

A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS NÃO É ASSUNTO QUE SE ESGOTA EM UMA PALESTRA

  EM SUAS VIAGENS KARDEC MINISTRAVA ENSINOS COMPLEMENTARES AOS QUE JÁ POSSUIAM CONHECIMENTO E ESTUDO PRÉVIO. Visitando a cidade Rochefort, n...